VAI COMEÇAR DE NOVO

Foto: Lucas Figueiredo

A partir do próximo mês de junho, a Rússia será sede da 21ª Copa do Mundo de Futebol, o maior evento esportivo
internacional de uma única modalidade

Para se ter a magnitude do que é uma Copa do Mundo de Futebol basta ver a audiência da última final em 2014, no Maracanã, Rio de Janeiro. Mais de 700 milhões de pessoas, ou seja, mais de um décimo da população mundial, assistiram a vitória da Alemanha sobre a Argentina na prorrogação por 1 x 0. E essa agitação mundial já está em contagem regressiva e começa novamente no próximo mês de junho, nas 11 cidades-sede na Rússia. No total, serão 64 jogos em 12 estádios diferentes, sendo dois na capital, Moscou, até a grande final. Até hoje, apenas oito, das 77 seleções participantes das edições anteriores, foram campeãs mundiais. Sete campeãs estarão presentes na próxima edição da Copa do Mundo: Brasil, com cinco títulos (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002); Alemanha, com quatro títulos (1954, 1974, 1990 e 2014); Argentina, com dois títulos (1978 e 1986); Uruguai, com dois títulos (1930 e 1950) e Inglaterra, França e Espanha, com um título cada, sendo respectivamente 1966, 1998 e 2010. Somente a tetracampeã Itália (1934, 1938, 1982 e 2006) não conseguiu se classificar. Entre os estreantes, estarão as seleções da Islândia e do Panamá. Quanto aos astros do futebol mundial, os principais nomes estarão presentes. Os candidatos a serem os protagonistas são o argentino Leo Messi, o português Cristiano Ronaldo e o brasileiro Neymar Jr, finalistas da última Bola de Ouro da FIFA, que correm atrás do primeiro título e a consagração máxima na carreira de um jogador de futebol.

Entre as seleções favoritas, estão a Alemanha, atual campeã mundial, que manteve a base de 2014, a Argentina, do multi campeão Messi, mas que ainda não convenceu com a camisa da seleção Argentina e o sempre favorito Brasil.
Pela primeira vez, um dos astros da nossa esquadra é o seu técnico. Adenor Leonardo Bachi, oTite, pegou uma seleção desacreditada e fora da zona de classificação e a classificou em primeiro lugar com a melhor campanha em eliminatórias já feita em nossa história e, o mais impressionante, com a mesma base de jogadores. Se em 2014 nossa seleção sofria de uma Neymar dependência, agora ela é mais pluralizada e experiente.
Além dos três grandes do futebol mundial atualmente já citados, não podemos deixar de prestar atenção na França de Griezmann e Mbappé, no Uruguai de Suárez e Cavani, Portugal de Cristiano Ronaldo e nos bons elencos da Inglaterra e Espanha. Será uma surpresa se, no dia 15 de julho, data da grande final no Estádio Lujniki Luzhniki – antigo Estádio Central Lênin – em Moscou, duas delas não estiverem em campo.
Então, vamos nos preparar para trocar figurinhas, vestir nossas camisas amarelas, aprender jingles, reunir familiares e amigos e torcer mais uma vez pela pátria em chuteiras, nome dado por Nelson Rodrigues a seleção brasileira e de livro homônimo com uma coletânea de crônicas sobre a paixão nacional pelo futebol.

Para o argentino Leo Messi, só falta o título da Copa do Mundo para completar sua galeria de conquistas.

Adenor Leonardo Bachi, o Tite, chega à Rússia com status de estrela da seleção brasileira.
Foto:Lucas Figueiredo

A França de Antoine Griezmann e Mbappé vem com uma equipe forte para a competição.
Foto: AFP

O Estádio Fisht, em Sochi, foi construído para a abertura e o encerramento das Olimpíadas de Inverno de 2014 e será um dos palcos da Copa 2018. Foto: Soccer.ru

Palco da grande final, o Estádio Lujniki Luzhniki, antigo Estádio Central Lênin, fica localizado em Moscou. À direita, a Alemanha, atual campeã do mundo, tenta repetir a vitória da última Copa e empatar com o Brasil no número de títulos.
Foto: mos.ru

A Otkrytie Arena, em Moscou, será o cenário do jogo entre Brasil e Sérvia, no dia 27 de junho.
Foto: Brateevsky


Algumas Curiosidades
– O Brasil é a única seleção a participar de todas as edições do mundial e é o recordista de títulos (5)
– A Alemanha é a equipe com o maior número de finais disputadas. Oito no total e 4 títulos
– A Seleção Mexicana é a que mais vezes se classificou para o Mundial (16 vezes) sem nunca o ter conquistado.
As melhores campanhas foram em casa, 1970 e 1986, chegando às quartas de final
– A maior goleada da história da Copa do Mundo ocorreu na Espanha (1982) quando a Hungria venceu El Salvador pelo placar de 10 a 1
– O maior artilheiro de todas as edições é o alemão Miroslav Klose, com 16 gols
– Thomas Müller (Alemanha) é o maior goleador entre os atletas em atividade neste mundial, com 10 gols
– O francês Just Fontaine é o maior artilheiro de um único mundial, com 13 gols na Copa da Suécia (1958)
– O russo Salenko é o recordista de gols em um único jogo, com 5 na vitória de 6 x 1 sobre Camarões no mundial dos Estados Unidos (1994)
– O gol mais rápido foi do turco Hakan Sukur, aos 11 segundos contra a Coreia do Sul (2002)
– O jogador mais novo a marcar um gol em Copa do Mundo foi o brasileiro Pelé, com 17 anos e 239 dias, contra o País de Gales na Suécia (1958)
– O jogador brasileiro Jairzinho é o único a marcar em todos os jogos de uma Copa. Foi no México (1970),
com 7 gols em 6 jogos
– Na Copa do Mundo na França (1938), o brasileiro Leônidas marcou o único gol descalço das edições, no jogo entre Brasil 6 x 5 Polônia
– A maior média de gols em uma edição foi a da Suíça (1954), com 5,4 gols por partida
– A Suíça foi o único país que não sofreu gols durante uma edição, no mundial da Alemanha (2006)
– O goleiro que ficou o maior tempo sem tomar gols em uma edição foi o italiano Walter Zenga, na Itália (1990), com 517 minutos sem sofrer gols
– O técnico com mais jogos em copas foi o alemão Helmut Schön. Ele comandou sua seleção em 25 jogos entre as copas da Inglaterra (1966) a da Argentina (1978)
– O maior público de uma partida foi de 199.854 na final da Copa no Brasil (1950), no jogo Brasil 1 x 2 Uruguai
– A Copa do Mundo do Uruguai (1930) foi a única edição que não teve eliminatórias
– Na Itália (1934) foi a única no qual o país-sede teve de participar das eliminatórias
– O atacante brasileiro Mazola campeão na Suécia (1958), naturalizou-se italiano e adotou o nome de Altafini, jogando pela “Azurra” o mundial do Chile (1962)
– Na Alemanha (1974), foi a primeira vez que as seleções ostentaram o logotipo do fabricante no uniforme

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