PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO: ANTECIPE-SE, POIS O AMANHÃ É INCERTO!

Crise econômica, receio da criação ou aumento de um novo tributo, problemas graves de saúde, desarmonias familiares intransponíveis…
Muitos são os motivos que levam as pessoas a buscarem um aconselhamento jurídico sobre um tema que não é nada agradável para a maioria das pessoas: planejar a continuidade dos bens da família e dos negócios após o falecimento dos genitores.
As pessoas frequentemente confundem e distorcem o conceito e a finalidade de um planejamento sucessório. Feito adequadamente e no momento certo, tem a finalidade de dar ao provedor e a toda sua família a segurança patrimonial necessária para a continuidade da vida e dos negócios de todos, sem a necessidade da presença física daquele que o constituiu para que se mantenha ou mesmo cresça, atendendo à vontade daqueles que o construíram.
Não há milagres jurídicos capazes de resguardar os direitos sucessórios de uma família quando o patrimônio já está comprometido por débitos pessoais, empresariais, resguardo de direitos sucessórios legítimos, além de regimes de casamento que não favorecem uma boa organização jurídica sucessória. Nestas situações, até há formas jurídicas de socorrer ou auxiliar, mas o resultado dificilmente será o almejado.
O que há de melhor para se fazer em situações desta natureza, é recomendar que este planejamento seja iniciado tão logo seja possível, quando o casal ainda está começando a acumular patrimônio, podendo então direcionar a melhor forma de gestão e exploração dos bens, criar regras de sucessão em empresas, limites para atuação de familiares sucessores, direcionar parte do patrimônio em dinheiro para um bom plano de previdência, contratar seguros de vida adequados às suas necessidades, orientar os filhos na forma de regime de casamento que devam ter, de acordo com o direcionamento patrimonial que os pais já optaram, dentre muitas outras opções preventivas. Enfim, há uma infinidade de medidas a serem estudadas e implementadas para que, respeitadas as peculiaridades e vontades de cada família, não haja perdas nem prejuízos no momento da transmissão do patrimônio por sucessão.
Por tudo isso, acredito que o modo de agir e pensar dos profissionais autônomos, empresários, agropecuaristas, industriais, enfim, toda a gama de pessoas bem sucedidas em suas carreiras e empresas, deve estar voltada, desde já, para uma organização imediata que os permita definir o caminho que seu patrimônio tome no futuro, sem que isso se torne um tormento para todos os familiares, quando eventualmente são surpreendidos com uma notícia ruim, sem que ninguém mais possa tomar pé da situação. Além de toda a tristeza, um inventário complexo e muito demorado pode gerar ainda mais problemas e dificuldades entre aqueles que ficam.
Melhor um bom planejamento sucessório que lhe atenda e auxilie nas soluções depois da “partida”, do que deixar aqueles que você ama em uma situação delicada e complexa a administrar, com a possibilidade de eventual desunião familiar por divergências na divisão patrimonial.
Não deixe essa decisão para depois. Procure um profissional de sua confiança, tire todas as suas dúvidas e dê a tranquilidade sucessória de presente aos seus familiares queridos.

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