PEDIDO PERFEITO

A caixinha charmosamente estofada com veludo se abre com um quase inaudível “click” e o pedido de casamento ganha a companhia do brilho de uma pedra delicadamente cravada em um aro de ouro ou platina. A cena se repete de diferentes formas nos romances de Hollywood e no cotidiano de casais apaixonados mundo a fora, que usam o anel solitário para declarar seu amor eterno. O solitário é um dos mais tradicionais e desejados anéis de noivado que existem e uma joia que nunca sai de moda. Conta a história que o primeiro modelo da peça surgiu em 1477, quando Maximiliano, arquiduque da Áustria, escolheu um diamante muito puro e mandou craválo em um aro para dar de presente de noivado à sua amada Maria de Borgonha, simbolizando seu amor puro e eterno (como o diamante). Normalmente, o solitário traz uma única pedra, de preferência um brilhante – diamante com lapidação arredondada – e deve ser usado no dedo anular da mão esquerda, por onde os antigos achavam que passava a “vena moris”, uma veia que iria direto para o coração.

 

 

O hábito do pedido de noivado vir acompanhado por um solitário sempre foi mais comum nos Estados Unidos, mas mulheres do mundo inteiro também se apaixonaram pela joia. Nos dias atuais, é possível
encontrar releituras de solitários que combinam com todos os estilos. Novas lapidações, gemas coradas e detalhes com pedras menores cravejadas são algumas das opções modernas. A forma de usar esse tipo de anel também ficou mais livre. Depois do casamento, a noiva pode – e deve – continuar usando a sua joia, junto ou não com a aliança, e na mão que preferir.

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