INCERTEZA VIVA

Na 32ª Bienal de São Paulo, intervenções artísticas instigam a refletir sobre as incertezas da vida

Sob o tema Incerteza Viva, a 32ª Bienal de São Paulo reúne 340 obras de 81 artistas de 33 países, que refletem sobre as possibilidades oferecidas pela arte contemporânea para abrigar e habitar incertezas. A exposição foi construída como um jardim, no qual temas e ideias se entrelaçam livremente em um todo integrado. Diversas obras abordam a natureza e os processos biológicos, botânicos ou alquímicos. É o caso dos conjuntos de esculturas de Frans Krajcberg. Compostas de madeira calcinada, troncos, cipós e raízes, a composição evoca a defesa do meio ambiente. O filme De-Extinction, do francês Pierre Huyghe, mostra insetos “congelados” há milhões de anos em uma pedra âmbar, enquanto a instalação com projeções e experimentos fisico-químicos de Susan Jacobs provoca os sentidos. A exposição traz também a obra Espetáculo, da artista Ana Mazzei, que propõe um novo território de atuação, no qual objetos são colocados em uma situação ambígua: como protagonistas de um teatro sem ação ou plateia de uma ativação que ocorre no corpo do visitante. Na Bienal, a polonesa Iza Tarasewicz apresenta sua “Turba, Turbo”, uma estrutura inspirada tanto em uma estante modernista, quanto no Grande Colisor de Hádrons do CERN, próximo à Genebra, na Suíça. A Bienal acontece até o dia 11 de dezembro de 2016 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Fotos_Divulgação

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