DE OLHO NA PREVENÇÃO

+info: Dr. Kássey Vasconcelos (CRM 89.721), Médico especialista em Oftalmopediatria, Estrabismo e Glaucoma do D’Olhos Hospital Dia São José do Rio Preto/SP

Nos dias atuais, muitas pessoas acham que somente a realização do “teste do olhinho”, na primeira semana de vida do bebê, já é suficiente como garantia de uma visão saudável. Assim, se a criança chega ao período escolar sem nenhum tipo de reclamação de dificuldade de enxergar, os pais ou responsáveis dispensam as consultas de rotina com um oftalmologista. No entanto, os primeiros anos de vida de uma criança são primordiais para o bom desenvolvimento da visão e prevenção de doenças oculares graves. É nessa fase que se deve fornecer a melhor informação visual possível ao sistema nervoso central para que os neurônios relacionados à visão sejam desenvolvidos. Caso contrário, podem não ser percebidas e tratadas patologias como ametropias (hipermetropia, miopia e astigmatismo), o estrabismo e a ambliopia. Para evitar que algumas doenças oculares se desenvolvam é necessário fazer consultas e exames periódicos. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda que o acompanhamento oftalmológico das crianças seja semestral até os dois anos de idade e, a partir daí, anual até os 10 anos, quando temos uma completa sedimentação da via neural relacionada ao sistema ocular.

Foto: Pressfoto – Freepik.com

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